Cristiana Xavier Cordeiro

n: 22 Junho 1874, f: 4 Junho 1893
  • Nascimento: 22 Junho 1874
  • Falecimento: 4 Junho 1893; Lisboa, Lisboa; Faleceu em casa do sr Candido Xavier Cordeiro a partir de uma gripe e com um final com tuberculose
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Eng. Cândido Celestino Xavier Cordeiro

n: 16 Abril 1842, f: 20 Janeiro 1905
  • Nota: A Leiria lustrada de 19.1.1905, escreve: "glória da engenharia portuguesa, falecido em Lisboa na sua casa Maria Andrade nº 11, nascera em Torres Vedras em 1844. Excessivamente modesto só vivia para a ciência, para o trabalho e para a família"
  • Nota: Cândido Celestino Xavier Cordeiro, inspector-geral de obras públicas e engenheiro consultor da Companhia dos Caminhos de Ferro Portugueses, nasceu em Torres Novas a 16 de Abril de 1842 (L.° n.° 12 de baptismos de Santa Maria, foi. 67) e faleceu em Lisboa a 20 de Janeiro de 1904, embora a Ene. Port. (X1-405) diga 1905 e o Dicionário "Portugal* (VII-708) por lapso lhe dê também para nascimento o ano de 1844.
    Era filho de Cândido Joaquim Xavier Cordeiro e de sua mulher D. Maria do Rosário Cordeiro
    Estudante laureado das faculdades de filosofia e matemática da Universidade de Coimbra, em ambas se formou e distinguiu tanto pelo seu talento que, contando apenas vinte e dois anos, foi convidado a concorrer a uma cadeira de lente, ao que não acedeu, indo, porém, a convite e com subsídio do governo, completar o curso de engenharia na Escola de Pontes e Calçadas, de Paris, que concluiu brilhantemente, como estudante laureado que sempre foi.
    Apesar-das elevadas recompensas obtidas no estranjeiro, que lhe permitiriam ali rendosa colocação, preferiu regressar a Portugal onde, em breve, se afirmava como uma autoridade indiscutível em assuntos de engenharia, especialmente nos serviços de viação acelerada.
    Dotado de extrema modéstia, concentrava-se no seu gabinete de trabalho, onde o iam procurar sempre que necessário era resolver um problema de engenharia mais difícil. E assim o seu nome, ficou inolvidàvelmente ligado às obras de engenharia mais importantes do país: figura em primeiro lugar na história dos caminhos-de-ferro de Portugal pela grande parte que tomou na sua construção e desenvolvimento, desempenhando por largos anos o cargo de chefe de via e obras da Companhia dos Caminhos de Ferro Portugueses; colaborou nos caminhos-de-ferro do Minho e Douro, no de Mormugão (índia), na ponte de dois taboleiros sobre o Lima, no viaduto de Dur-rães, no túnel de Tamel, nas pontes de D. Maria Pia e de D. Luís no Porto, na ponte de Lares sobre o Mondego, no túnel e estação do Rossio, etc, sendo também de sua autoria o estudo do pitoresco caminho-de-ferro do Vale do Vouga.
    No congresso internacional de Paris, por ocasião da exposição de 1900, foram altamente considerados os seus trabalhos, e justamente apreciada a colaboração que durante trinta anos prestou ao jornal da Associação dos Engenheiros Civis Portugueses, pelo que lhe conferiram a medalha de oiro e um diploma de honra.
    Era sócio da Academia Real das Ciências de Lisboa e agraciado com a comenda da ordem de Cristo, sendo além disso membro do Conselho Superior de Obras Públicas e Minas, inspector dos edifícios públicos, vogal do Conselho dos Monumentos Nacionais e de muitas outras comissões de serviço, onde o seu concurso era sempre considerado indispensável.
    Matemático distintíssimo e engenheiro eminente, deixou na Revista de Obras Públicas e Minas, bem como na Gazeta dos Caminhos-de-ferro uma colaboração da mais alta competência, além de memórias, opúsculos e tratados, obra dispersa que longo seria enumerar, justamente considerada como do mais extraordinário valor na sua especialidade.
    A êle se deve o critério, que hoje prevalece e é preconizado em todos os congressos de engenharia, de pôr de parte o sagrado limite de 150 metros para o raio de curvas nas linhas férreas de via reduzida, facilitando e barateando assim a construção das linhas complementares das artérias principais, o que, na opinião dos entendidos, foi um relevante serviço prestado ao pais e lá fora imediatamente aproveitado.
    Cândido Celestino Xavier Cordeiro era irmão do Dr. António Xavier de Sousa Cordeiro.1,2
  • Nascimento: 16 Abril 1842; Torres Vedras, Torres Vedras; (L.° n.° 12 de baptismos de Santa Maria, fol. 67)
  • Nota: 1904; Engenheiro civil pela escola do exército e pela escola de pontes e calçadas de Paris, Inspector geral de obras públicas, inspector de serviços públicos, consultor de via e obras na companhia real dos caminhos de ferro portugueses. Indicado como morador no Bairro Andrade, rua Andrade, 11, 4º Esq, Lisboa3
  • Falecimento: 20 Janeiro 1905; Lisboa, Lisboa; Leiria Ilustrada de 19 Jan 1905 (embora a Ene. Port. (X1-405) diga 1905 e o Dicionário "Portugal* (VII-708) por lapso lhe dê também para nascimento o ano de 1844).

Citações

  1. Artur Gonçalves Torrejanos ilustres, em Letras, Ciências, Armas e Religião, Camara Municipal de Torres Novas, Torres Novas, (1933).
  2. Esteves Pereira e Guilherme Rodrigues Portugal - Dicionário Histórico, Corográfico, Heraldico, Biográfico, Bibliográfico, Numismático e Artístico, João Romano Torres, Lisboa, 1 (1904-1915).
  3. 1º Anuário da Associação dos Engenheiros Civis Portugueses 1869 - 1904 (fundada em 12 de Janeiro de 1869), Imprensa Nacional, Lisboa, 1ª ed. (1904) s/n.
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Dr. Cândido Joaquim Xavier Cordeiro

n: 19 Maio 1807, f: 9 Outubro 1881
  • Nota: Farmacêutico diplomado pela Escola Médico-Cirúrgica do Hospital de S. José de Lisboa, Cândido Joaquim Xavier Cordeiro nasceu na vila de Torres Novas a 19 de maio de 1807.
    Filho de Joaquim Nicolau Rodrigues Cordeiro, zelador municipal deste concelho, e de D. Maria José Xavier da Natividade Cordeiro, era irmão do inspirado poeta e escritor Dr. António Xavier Rodrigues Cordeiro, bem conhecido director do Almanaque de Lembranças Luso-Brasileiro.
    Obtido o diploma de farmacêutico no ano de 1829, começou por exercer a sua profissão em Torres Novas, onde residiu até 1847. Aqui desempenhou diversos cargos públicos como vereador, mesário da Misericórdia, presidente da Comissão do Armamento, etc, e ainda o de contador e distribuidor da comarca, por despacho de janeiro de 1841.
    Espírito liberal e acérrimo setembrista, distinguiu-se pela firmeza de suas indomáveis convicções, pelo que foi perseguido pelos sequazes de Costa Cabral. Martins de Carvalho, seu intransigente correligionário, classificou-o no Conimbricense como "homem de antes quebrar que torcer"
    Para atender à educação de seus dois filhos, Cândido e António, aceitou o lugar de farmacêutico do Hospital de Leiria, até que em 1851, vagando o lugar de director do Dispensatório Farmacêutico da Universidade de Coimbra, a êle concorreu, sendo provido por despacho de 21 de abril de 1852.
    Altamente considerado pela sua extraordinária competência profissional, foi eleito sócio honorário da Sociedade Farmacêutica Lusitana e escreveu um livro de grande alcance na especialidade
    - Elementos de Farmácia Teórica e Prática, contendo muitos artigos proveitosos para o exercício cotidiano da farmácia; dividido em duas partes - Coimbra, Imprensa da Universidade, 1860 e 1861, de cuja obra, muito bem escrita no seu género, com método e clareza, inculcando no seu autor muito estudo e prática da ciência, falaram com louvor todos os entendidos; em conselho da faculdade de medicina, em 1882, foi adoptado como compêndio de uma das cadeiras do terceiro ano da mesma faculdade.
    Este útil livro é o mais geralmente conhecido pela Farmacopeia Portuguesa do Cordeiro.
    Faleceu em Coimbra a 9 de outubro de 1881, havendo do seu casamento com D. Maria do Rosário Cordeiro dois filhos, que também muito honraram a pátria: o engenheiro Cândido Celestino Xavier Cordeiro e o notável jurisconsulto e poeta, Dr. António Xavier de Sousa Cordeiro.
    Dele se referem de forma bem elogiosa os jornais da especialidade, como se pôde vêr no Leiriense de 18 e 25 de agosto de 1860 e no Política Liberal de 29 de Julho do referido ano.
    Deste notável farmacêutico, honra da sua classe, se ocupam o Alm. Lemb. 1905, pág. X e o Dic. Bib., IX-20; e O Torre/ano, n.° 94.1
  • Casamento: Principal=Maria do Rosário [...]
  • Nascimento: 19 Maio 1807; Torres Novas, Torres Novas
  • Nota: 1829; Veio para Lisboa para apender farmácia. Fez exame e ficou aprovado na escola cirúgica do hospital de S. José em 1829. Formou-se em Farmácia e publicou mais tarde um livro de 500 páginas "Elementos de Farmácia Teórica e Prática".
  • Nota: entre 1841 e 1847; Voltou a Torres Novas onde se estabeleceu como farmaceutico e aí residiu desde 1841 até 1847, desempenhando tambem o cargo de contador e distribuidor da comarca por despacho de 1841
  • Nota: entre 1848 e 1852; exerceu em Leiria o cargo de administrador da botica do hospital
  • Nota: entre 1852 e 1881; Coimbra, Coimbra; administrador do dispensario farmaceutico da universidade de Coimbra
  • Nota: 21 Abril 1852; Carta. Administrador de Dispensario Farmaceutico da Universidade de Coimbra (RGM de D. Maria II. liv 36, fl. 278 - 279)
  • Nota: 17 Outubro 1855; Aumentado o ordenado no lugar de administrador do Dispensario Farmaceutico anexo aos hospitais de Coimbra (RGM de D. Pedro V, liv 7, fl. 74v)
  • Falecimento: 9 Outubro 1881; Coimbra, Coimbra

Familia: Maria do Rosário [...]

Citações

  1. Artur Gonçalves Torrejanos ilustres, em Letras, Ciências, Armas e Religião, Camara Municipal de Torres Novas, Torres Novas, (1933).
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Francisco Raimundo da Silva Cordeiro

Familia: Francisca de Sales da Silva

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Francisco Raimundo de Azevedo Cordeiro

n: 7 Julho 1898, f: 2 Dezembro 1964

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Isabel Xavier Cordeiro

n: 26 Dezembro 1849
  • Nascimento: 26 Dezembro 1849; Sé, Leiria, Leiria; Foram padrinhos António Xavier Rodrigues Cordeiro e o avô tocou em nome de NS da Conceição (ADLeiria, Baptisados, Leiria, freguesia da Sé, fl. 175v)
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Joaquim de Azevedo Cordeiro

n: 2 Maio 1903
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Joaquim Lopes Moutinho Cordeiro

Familia: Ana Bárbara de Santa-Rita

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Jorge Xavier Cordeiro1

  • Casamento: Principal=Maria Amélia de Sousa
  • Nota: 1897; Assentou praça no exercito (artilharia) passou depois para a marinha em 1897 onde frequentou a Escola Naval a partir desse ano.
  • Nota: 1903; Partiu, em Janeiro de 1901 como guarda marinha, assinalando-se brilhantemente num combate travado pela canhoeira Chaimite no rio Naburi contra pangaios negreiros. Ficou ferido no braço esquerdo e pela "coragem e valor que deu provas" condecorado como grau de cavaleiro da Torre e Espada em 1903por decreto de 9 de Junho de 19031

Citações

  1. Artur Gonçalves Torrejanos ilustres, em Letras, Ciências, Armas e Religião, Camara Municipal de Torres Novas, Torres Novas, (1933).
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Josué Xavier Cordeiro

n: 21 Setembro 1851
  • Nascimento: 21 Setembro 1851; Sé, Sé, Leiria, Leiria; (ADleiria, Baptismos, Sé de Leiria, fl. 234v)
  • Baptism: 29 Setembro 1851; Sé, Leiria, Leiria; foi padrinho o Dr. José Lopes Vieira da Fonseca e NS (ADleiria, Baptismos, Sé de Leiria, fl. 234v)
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José Lopes Cordeiro

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Júlio César da Silva Cordeiro

n: 1 Fevereiro 1871, f: 28 Maio 1936

Familia: Luisa Veríssimo de Azevedo n: 9 Abr 1881, f: 18 Jul 1905

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Júlio de Azevedo Cordeiro

n: 20 Dezembro 1904, f: 4 Junho 1918
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Manuel Cordeiro

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Manuel de Azevedo Cordeiro

n: 1 Dezembro 1899, f: 20 Outubro 1910

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Maria Adelaide Neves Cordeiro

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Maria Amélia Cordeiro

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Maria Josefa Cordeiro

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Maria Luisa de Sousa Xavier Cordeiro

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Marta Luciana Cordeiro

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